Gestão de áreas contaminadas

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Fluxograma de ações do Gerenciamento de Áreas Contaminadas da CETESB (CETESB, 1999)

No Brasil, o Gerenciamento de Área Contaminada teve início entre as décadas de 1980 e 2000, impulsionado pela Política Nacional de Meio Ambiente (lei 6.938/1981) e pela publicação, em 1999, do Manual de gerenciamento de áreas contaminadas da CETESB/SP.

A MARCELINO & ASSOCIADOS vem desenvolvendo o estabelecimento de estratégias de gerenciamento e atendimento às questões ambientais de seus Clientes, minimizando os riscos corporativos associados a questões ambientais e contribuindo com a imagem de seus Clientes perante o mercado.

Desenvolvemos o Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC) em atendimento às diretrizes técnicas e legais nacionais e internacionais, como, por exemplo, as do Estado de São Paulo (CETESB).

Avaliação preliminar

Os trabalhos da Avaliação Preliminar (AP) tem por objetivo identificar e /ou confirmar indícios, evidências e as condições ambientais do local quanto a potencial existência de passivo ambiental – contaminação da qualidade de solo e/ou água subterrânea, sem, no entanto, realizar amostragens específicas.

Os trabalhos visam caracterizar, entre outras coisas:

  • O histórico da área.
  • Evidências da situação ambiental e conformidade legal.
  • O contexto fisiográfico e ambiental da área e entorno.
  • Definição de modelo conceitual ambiental (MCA).
  • Definição de área supeita e contaminante potencial.
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Investigação Confirmatória

A Investigação Confirmatória (IC) contempla a amostragem e quantificação dos elementos e/ou compostos existentes no solo e água subterrânea de forma representativa da fonte (primária ou não) de contaminação identificado na Avaliação Preliminar (AP), para confirmar a existência de contaminação.

O planejamento dos trabalhos considera:

  • O modelo conceitual ambiental existente.
  • Localização das fontes potenciais de contaminação atuais e passadas.
  • Substâncias químicas (SQI) a serem investigadas.
  • Dinâmica e comportamento das SQI’s.
  • Tipo de análise química a ser efetuada e padrão de referência de qualidade.

Investigação Detalhada

A Investigação Detalhada (ID) é um processo interativo e contínuo de investigação ambiental, objetivando o refinamento do modelo conceitual, que subsidia a análise de risco ambiental, base do gerenciamento da área contaminada.

As atividades desenvolvidas na ID objetivam definir as concentrações, limites e quantidades da contaminação, o meio físico no qual se insere, de forma a subsidiar as ações subsequentes de gerenciamento ambiental.

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Análise de risco ambiental à saúde

A Avaliação de Risco Ambiental à Saúde Humana (AR) é uma ferramenta utilizada para estimar o perigo à saúde que um determinado contaminante pode causar em determinadas situações.

O resultado da AR subsidia a implementação de medidas de intervenção e os objetivos das ações de remediação, caso necessárias, visando a reabilitação da área.

Plano de Intervenção de área contaminada

Com base nos resultados das investigações ambientais, o Plano de Intervenção (PI) é elaborado considerando-se o modelo conceitual de contaminação, dados e resultados da avaliação de risco e uso atual e pretendido da área, visando à utilização segura da mesma.

O PI apresenta, entre outras medidas:

  • Medida de remediação e monitoramento.
  • Medida de controle institucional.
  • Medida de engenharia.
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